Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Baciro Djá critica uso “turbante islâmico” por Umaro Sissoko Embaló

Baciro Djá

O candidato à presidência, apoiado pela FREPASNA, Baciro Djá, atacou Umaro El Mokctar Sissoko Embaló, por este candidato, e os seus apoiantes, estarem a usar o “turbante islâmico” na campanha eleitoral.

O candidato apoiado pelo MADEM-G15, Umaro Sissoko Embaló, apresenta-se habitualmente com “turbante islâmico” nesta corrida eleitoral e um parte dos seus apoiantes são obrigados a envergar o “Keffieh”, um turbante comum no Médio Oriente, principalmente, particularmente na Jordânia, Palestina e Arábia Saudita.

Para o candidato presidencial, Baciro Djá, a postura do Sissoko Embaló é “repugnante” e apela que o candidato seja censurado pelos eleitores a 24 de novembro.

“Turbante não é para rapazinhos. Hoje, você vai à discoteca, vai aos bares, vê as pessoas a beberem bebidas alcoólicas com turbantes na cabeça ou na garganta. Turbante é para gente grande e não para rapazinhos”, disse Djá durante um comício realizado no sul do país.

Umaro Sissoko Embaló, acusado recentemente de tentativa de Golpe de Estado, é acusado por alguns círculos políticos guineenses de fomentar o radicalismo islâmico na Guiné-Bissau, através dos seus discursos que apelam ao sectarismo muçulmano.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Demba Gano

    13/11/2019 at 20:26

    O Baciro Dja está desesperado neste momento ele com medo de perder tudo e todos os amigos políticos internos.
    Aqui na Guiné Bissau ou África em geral ja acostumamos este alegações.
    Dr. Kuma Yala quando usou o chapéu vermelho (barriga burmedju), disseram que é racista e os balantas são golpistas.
    Queria eu escrever muito para vocês compreenderem melhor mais o tempo é insuficiente.

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