Guiné-Bissau

Guiné-Bissau comemora Dia Internacional da Paz

David McLachlan-Karr

O representante adjunto do secretário-geral das Nações Unidas, David McLachlan-Karr, exortou, esta quinta-feira, 21 de setembro, Dia Internacional da Paz, a sociedade guineense a não permitir que nenhum interesse de grupo, ambição nacional ou diferença política coloque a paz em risco na Guiné-Bissau.

“Neste Dia Internacional da Paz pedimos um cessar-fogo global. Nunca devemos parar de pressionar para pôr fim aos conflitos armados. A paz é um direito e o desejo de todas as pessoas. É o alicerce do progresso e do bem-estar das crianças felizes, comunidades prósperas e países pacíficos e prósperos” disse David McLachlan-Karr, desafiando os guineenses a trabalharem pela paz que “todos desejamos e almejamos”.

GuinePazDSC1953Para o Presidente da Comissão Organizadora da Conferência Nacional “Caminhos para consolidação da paz e desenvolvimento”, padre Domingos da Fonseca, a unidade e a irmandade entre os guineenses são únicos caminhos para a reconciliação nacional e da “guinendade” que todos os guineenses desejam.

“A Guiné reconciliada é o nosso sonho, o nosso destino e a nossa visão. Com esta simbologia da caravana da Paz, queremos reforçar a necessidade de caminharmos todos juntos para construção de uma paz verdadeira, capaz de levar o país para o caminho do desenvolvimento e bem-estar social do seu povo” disse o padre Domingos da Fonseca que insistiu que a paz não se limita apenas no calar das armas, mas exige, entre outras condições, a boa política salarial, a justiça social, nomeação de cargos públicos, respeitando à competência, criação de infraestruturas sociais e a justiça acessível a todos os cidadãos.

Esta quinta-feira celebra-se o Dia Internacional da Paz sob o lema “Juntos pela paz: respeito, segurança e dignidade para todos”. Na Guiné-Bissau, o ato ficou marcado com a realização de uma marcha a favor da paz.

No evento organizado pela Comissão Organizadora da Conferência Nacional “Caminhos para consolidação da paz e desenvolvimento” participaram as forças da Defesa e Segurança, instituições da República, Sociedade Civil, representantes das Nações Unidas, das confecções religiosas, dos Partidos Políticos, dos Escoteiros e do Parlamento Infantil.

Tiago Seide

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