Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Crise interna na APU-PDGB cada vez mais acentuada

Nuno Nabiam

A crise interna está a ganhar uma dimensão cada vez mais acentuada no seio da Assembleia de Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), liderada por Nuno Nabiam, depois de este ter assinado a 3 de Dezembro 2019 em Dakar, um acordo de apoio ao candidato Umaro Sissoco Embaló na segunda volta das eleições presidenciais agendadas para 29 de Dezembro.

Esta quarta-feira dia 11 de Dezembro, uma organização da APU-PDGB denominada “Trabalhadores Democratas Apuanos” (TRADA), anunciou em nota de imprensa lamentar aquilo que qualifica de várias condutas de dirigentes e militantes do partido relativamente aos apoios a um ou outro candidato finalista na segunda volta das eleições presidenciais.

Na nota, a TRADA lembra que estes apoios, já anunciados, não respeitaram os órgãos internos do partido, e considera a situação de grave e atentado ao normal funcionamento da APU-PDGB.

A mesma organização deliberou na reunião do seu conselho, que estes apoios são actos isolados e que não reconhece e nem se revê nos acordos referenciados, por, entre outros motivos, não ter sido submetido a discussões democráticas de nenhum órgão do partido estatutariamente competente para este efeito.

A 9 de Dezembro, a Juventude da APU-PDGB através do seu vice-secretário Nacional Cuastar Dafá, anunciou em conferência de imprensa que o grupo juvenil vai apoiar e respeitar acordo assinado entre Sissoco Embaló com Nuno Nabiam.

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