Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Estudantes inscritos em universidades portuguesas sem vistos

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O representante do Colectivo dos estudantes guineenses inscritos nas universidades portuguesas, Sila Ture, afirma que a maioria dos estudantes “pagaram as propinas há quase um ano em Portugal, para não perderem o lugar nas Universidades, mas os vistos estão a demorar cada vez mais”.

Sila Ture defendeu que é “urgente a ratificação do acordo relativo aos estudantes dos países da CPLP pela Assembleia Nacional Popular (ANP)”, um o acordo que “foi assinado em 2017 mas ainda não foi ratificado”, e consequentemente atrasa o processo na concessão de vistos aos estudantes guineenses, explicou.

Pela segunda vez o Colectivo deslocou-se à Assembleia Nacional Popular (ANP), mas não conseguiu ter um encontro com o presidente do Parlamento para explicar “as dificuldades dos estudantes universitários” e estas serem apresentadas no parlamento.

No entanto, segundo o representante do Colectivo, Sila Ture, o presidente do gabinete da ANP, prometeu um encontro que ficou agendado esta segunda-feira.

Kevin Batista inscreveu-se em 2019 no Instituto Politécnico de Tomar em Portugal no curso de Análise de Laboratório, e lamentou que esta instituição académica está a contar com a sua presença, “descontam as propinas da conta” do seu pai, mas corre o risco de perder o ano lectivo permanecendo na Guiné-Bissau devido à falta de visto.

Laurena Carvalho Hamelberg

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Dayverson Maiolino

    22/07/2020 at 18:51

    SEF sendo SEF, nada fora do normal.

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