Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Início do ano lectivo sem alunos e professores

escola sala de aula

O início das aulas esta segunda-feira 5 de Outubro para entrada no ano lectivo 2020/2021, na Guiné-Bissau, foi um fiasco devido à ausência dos alunos e professores, em diferentes escolas públicas da capital guineense.

Numa das salas de aula do Liceu Nacional Kwame N’krumah contava apenas com dois alunos presentes, enquanto o professor escrevia no quadro. Em vários casos, os alunos aproveitaram esta segunda-feira para apenas confirmar as suas matrículas. O atendimento está a ser feito numa sala, e uma longa fila em que não é respeitado ao distanciamento físico, exigido em tempo da pandemia da covid-19.

A acrescente ao medo da pandemia, outras matérias estão a gerar alguma polémica na abertura do ano lectivo, tal como a posição do presidente da Associação dos alunos do Kwame N’krumah, Lucas Marques, que está contra o pagamento das inscrições, por parte dos alunos que estudaram no último ano lectivo, validado parcialmente.

Mas também a questão das aulas aos sábados, tendo o director da escola do ensino básico, Salvador Allende, Tiago Rodrigues, referido que a “introdução” não depende da direcção que preside: “Estamos à espera dos técnicos do Ministério da Educação, para apresentar as disciplinas que vão ser adicionadas à carga horária, e em função disso, iremos implementar as aulas aos sábados”.

O director de Salvador Allende defende a “implementação das aulas aos sábados” que considera ser uma “mais-valia para o ensino guineense”.

Flaviana Canunco

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