Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Presidência rejeita acusações do deputado Marciano Indi

Palácio da República, Bissau
Arquivo

O Presidente da República guineense, Umaro Sissoco Embaló, rejeita as acusações proferidas pelo deputado do APU-PDGB, Marciano Indi, que acusou o Chefe de Estado de o ter advertido que “se desafiasse a sua autoridade seria espancando”.

Através de uma nota à imprensa o Gabinete da Comunicação da Presidência, o Chefe de Estado guineense nega também ter intimidado e ameaçado os profissionais da comunicação social. “Somos obrigados a informar a opinião pública que, tais acusações, devem fundar-se em provas indiciárias e consistentes, não em suposições ou rumores”, refere a nota.

O Gabinete da Comunicação da Presidência destaca que “a Guiné-Bissau é um Estado que garante e salvaguarda os direitos de liberdade e bem como os direitos económicos, sociais e culturais, com tribunais independentes e com a Administração subordinada ao princípio da legalidade”.

“Por respeito ao princípio da separação de poderes constitucionalmente consagrados, cabe aos tribunais administrar a justiça, não ao Presidente da República, isto é, compete aos juízes assegurar a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos, reprimir a violação da legalidade e dirimir os conflitos de interesses públicos”, lê-se na mesma nota da Presidência.

O Gabinete da Comunicação da Presidência refere ainda que “o Presidente da República instruiu pessoalmente as autoridades competentes a investigar exaustivamente os ataques”, e repudia “as falsas afirmações que estão a ser veiculadas nos órgãos de comunicação social”.

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