Guiné-Bissau

AQMI chega a Bissau

 

A detenção de dois jovens guineense que viajavam na companhia do terrorista Sheikh Saleck, fez disparar as campainhas de alarme às autoridades nacionais guineenses sobre o transito de radicais islâmicos pela Guiné-Bissau.

De acordo com as autoridades guineenses, um dos jovens terá sido recrutado pela rede Al-Queada no Magrebe Islâmico (AQMI) em 2009 e que terá passado seis meses em treino de combate para-militar e sido instruído na utilização de engenhos explosivos em Kidal, no norte do Mali.

Depois dos acontecimentos políticos que têm marcado os últimos meses em Bissau, num quadro de tensão crescente entre as instituições políticas do país, e perante o quadro de narcotráfico internacional associado ao país apenas faltaria o fenómeno do terrorismo internacional de matriz islâmica para criar ainda maiores dificuldades ao pequeno país do ocidente africano.

Como combater este tipo de ameaça que impende sobre a região questionam os analistas que referem a porosidade das fronteiras, a falta de condições penitenciarias ou a inadequação da preparação das autoridades para lidar com tão grave problemática.

A preocupação é generalizada na região, sendo que no Senegal e Conacri têm vindo a aumentar o número de detenções relacionadas com a crescente preocupação com o terrorismo internacional.

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