Guiné Equatorial

Guiné Equatorial fora da previsão de crescimento do FMI

Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê para o próximo ano um crescimento económico para todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), à exceção da Guiné Equatorial, que se encontra em recessão desde 2015 e, pelo menos, até 2024.

A previsão foi divulgada através do relatório sobre as Perspetivas Económicas Mundiais, apresentado nesta terça-feira, 15 de outubro, em Washington. No documento lê-se ainda que a Guiné Equatorial vai registar uma recessão de 5% em 2020.

Já Moçambique deverá subir de 1,8% este ano para 6% no próximo ano, seguido de Cabo Verde, que crescerá 5% neste e no próximo ano. Depois surge a Guiné-Bissau, com um aumento de 4,6% e 4,9% em 2019 e 2020, São Tomé e Príncipe, que regista uma aceleração de 2,7% neste ano para 3,5% no próximo ano, e Angola, prevendo-se que suba 1,2% em 2020.

Por sua vez, a Guiné Equatorial deverá continuar com um crescimento negativo até pelo menos 2024, mantendo a série de taxas negativas de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), que começou em 2013, com uma interrupção em 2014.

O terceiro maior produtor de petróleo na África subsaariana e o mais recente país a aderir à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) deverá assim registar crescimentos negativos de 4,6% este ano, 5% em 2020 e 2,8% em 2024.

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