Moçambique

África do Sul deportou mais de 200 cidadãos de Moçambique

A África do Sul deportou um total de 206 moçambicanos devido a várias infrações migratórias, nomeadamente a permanência ilegal e a falta de documentos de viagem. Os visados têm idades compreendidas entre os 18 e os 45 anos de idade, dos quais 171 são homens e 35 mulheres. 

Esta deportação foi realizada através do posto de travessia de Ressano Garcia (186) e da fronteira da Ponta do Ouro (20), ambos nas províncias de Maputo. 

Os moçambicanos são oriundos das províncias de Gaza, Inhambane, Manica e Zambézia, e estavam a trabalhar e a residir naquele país sem a necessária documentação para o efeito. 

A informação foi divulgada pelo porta-voz do Serviço Nacional de Migração durante uma conferência de imprensa realizada na cidade de Maputo. Celestino Matsinhe ajuntou que a permanência ilegal é a principal causa da expatriação de nacionais dos países vizinhos.

Como tal, pediu aos moçambicanos para que se preocupem em obter a documentação de viagem, do modo a evitar o aumento destes casos, uma vez que a permanência de cidadãos nacionais na África do Sul, bem como nos outros países vizinhos, como Zimbabué, Malawi e Zâmbia, é de 30 dias, no âmbito do acordo de isenção de vistos de entrada.

“Passado este período o cidadão deve regularizar a sua permanência junto às autoridades de migração daquele país”, finalizou.

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