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Mais um dirigente da Renamo assassinado na Zambézia

Um dirigente da Renamo em Gurué, Zambézia, Luciano Augusto, foi assassinado a tiro na última quinta-feira, em sua casa, por pessoas desconhecidas, elevando para cinco o número de elementos da Renamo assassinados a tiro em pouco mais de um mês.

Este assassinato aconteceu horas depois de o primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, ter desmentido a existência de “esquadrões de morte”, alegadamente criados para abater os membros da oposição e aqueles que se mostram desalinhados com o regime.

“Reiteramos o nosso distanciamento em torno das acusações sobre a criação de alegados esquadrões da morte e considero-as totalmente infundadas e desprovidas de qualquer sentido”, disse Carlos Agostinho do Rosário.

A 22 de Setembro passado, um outro membro da Assembleia Provincial (AP) de Tete e delegado político distrital da Renamo, Armindo António Ncuche, de 55 anos de idade, foi também morto a tiro, por indivíduos não identificados.

A 8 de Outubro, Jeremias Pondeca, membro do Conselho de Estado, eleito pela Assembleia da República (AR) em representação da Renamo, e membro da Comissão Mista do Diálogo Político, foi baleado mortalmente por indivíduos também não identificados, em plena manhã, na cidade de Maputo.

Dois membros do maior partido da oposição em Moçambique foram igualmente assassinados à queima-roupa, dia 18 de outubro, no distrito de Ribáuè, província de Nampula, por desconhecidos que fugiram.

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