Moçambique: Chissano defende aposta na juventude

O ex-chefe de Estado moçambicano, Joaquim Chissano, considera que em 2022 o Governo deve apostar na garantia da paz, acabar com a Covid-19 e empoderar a juventude para o desenvolvimento da pátria.

A observação do antigo governante foi partilhada numa entrevista exclusiva dada ao jornal “O País”. Para Chissano, que liderou Moçambique durante 18 anos, “continua a ser uma grande prioridade retornar à paz no Norte de Moçambique, nomeadamente, em Cabo Delgado, e agora fala-se de Niassa. Este é um trabalho que deve ser feito por todos”.

Foi também salientada a necessidade de se continuar com o processo de reconciliação que inclui o processo de “DDR [Desmobilização, Desarmamento e Reintegração], que é parte desta reconciliação”.

Enquanto decorre a luta pela paz, continuou, devem ser desencadeadas acções para saúde e desenvolvimento. “É preciso que façamos tudo em simultâneo, porque sem uma coisa não temos a outra”, concluiu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.




Artigos relacionados

Moçambique: Paralisação de fábricas de processamento de castanha de cajú empurra mais de 17 mil pessoas para o desemprego em Nampula

Moçambique: Paralisação de fábricas de processamento de castanha de cajú empurra mais de 17 mil pessoas para o desemprego em Nampula

Na província moçambicana de Nampula, 17.182 trabalhadores foram empurrados para o desemprego nos dois últimos anos na sequência da paralisação…
Presidente da Rússia pede a Exército ucraniano para tomar o poder

Presidente da Rússia pede a Exército ucraniano para tomar o poder

O Presidente russo, Vladimir Putin, apelou ao Exército ucraniano para que retirasse o apoio ao Governo ucraniano, o que significa…
Ucrânia confirma ataques da Rússia a creches e orfanatos

Ucrânia confirma ataques da Rússia a creches e orfanatos

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, confirmou os relatos de ataques e bombardeamentos a creches e orfanatos…
Rússia prende mais de 1.800 manifestantes que são contra a guerra

Rússia prende mais de 1.800 manifestantes que são contra a guerra

As autoridades russas detiveram mais de 1.800 manifestantes que se opuseram à invasão à Ucrânia.  “Nós estamos preocupados com as…
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin