Moçambique: Simango considera que morte de Nhongo não põe fim à violência

O dirigente da bancada parlamentar do MDM, Lutero Simango, afirmou que a morte do líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, não significa o fim da violência armada no centro de Moçambique. 

O político considera que devem ser encontrados os motivos que levam a que haja conflitos na referida zona do país, de maneira a eliminar de vez a causa do problema. 

Simango, um dos candidatos à presidência do MDM, considera que devem ser encontradas soluções para as diferenças em vez de haver mortes. Só assim não haverá ciclos de violência, mas sim paz em Moçambique, defendeu. 

Segundo o representante da bancada parlamentar do partido da oposição, é necessário ter em atenção os seguidores de Nhongo. O melhor, partilhou, é não torná-los alvos de violência, mas sim integrá-los numa solução que seja pacífica e enquadrá-los no processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração.

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