Moçambique: Simango considera que morte de Nhongo não põe fim à violência

O dirigente da bancada parlamentar do MDM, Lutero Simango, afirmou que a morte do líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, não significa o fim da violência armada no centro de Moçambique. 

O político considera que devem ser encontrados os motivos que levam a que haja conflitos na referida zona do país, de maneira a eliminar de vez a causa do problema. 

Simango, um dos candidatos à presidência do MDM, considera que devem ser encontradas soluções para as diferenças em vez de haver mortes. Só assim não haverá ciclos de violência, mas sim paz em Moçambique, defendeu. 

Segundo o representante da bancada parlamentar do partido da oposição, é necessário ter em atenção os seguidores de Nhongo. O melhor, partilhou, é não torná-los alvos de violência, mas sim integrá-los numa solução que seja pacífica e enquadrá-los no processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *




Artigos relacionados

Cabo Verde: Correia e Silva quer Economia Digital a valer 25% do PIB

Cabo Verde: Correia e Silva quer Economia Digital a valer 25% do PIB

O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, tem como meta fazer com que a Economia Digital contribua com 25% do Produto Interno Bruto (PIB). Este objetivo…
Grécia quer cooperar com Angola na Segurança Marítima

Grécia quer cooperar com Angola na Segurança Marítima

A Grécia manifestou a Angola o seu desejo de estabelecer cooperação nos domínios da Segurança Marítima, Comércio, Turismo, Indústria, Agricultura e Inovação. Essa…
Moçambique: INGD alerta para risco de inundações e cheias

Moçambique: INGD alerta para risco de inundações e cheias

A presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) Luísa Meque, apelou às comunidades que residem nas…
Timor-Leste: Diáspora na Coreia do Sul enviou mais de USD 30 milhões

Timor-Leste: Diáspora na Coreia do Sul enviou mais de USD 30 milhões

Os trabalhadores timorenses na Coreia do Sul já enviaram para Timor-Leste, de 2009 a 2021, cerca de 39 milhões de dólares…
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin