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Vaga de assassinatos continua a assolar Moçambique

O Procurador do Ministério Público de Moçambique, Marcelino Vilanculos, foi assassinado no final do dia de ontem em frente à sua casa, no bairro de Malhampsene, na Matola, em Maputo.

Vilanculos que era o Procurador responsável pelo mega processo de investigação sobre a indústria de raptos envolvendo Danish Satar, sobrinho de Nini Satar, foi intercetado no final do dia de ontem por um grupo indeterminado de homens armados que o balearam mortalmente, tendo falecido no local.

Também no último sábado à noite foi assassinado a tiro, na cidade da Beira, o dirigente da Renamo, José Manuel, enquanto se deslocava a bordo de um táxi numa zona próxima do aeroporto. José Manuel era membro do Conselho de Defesa e Segurança de Moçambique.

Estas são apenas mais duas vítimas de uma longa lista de personalidades públicas e políticas que foram assassinadas ou alvos de atentados no dois últimos anos em Moçambique, como foi o caso do assassinato do constitucionalista Jacques Cistac, em março de 2015, ou de Manuel Bissopo, secretário-geral da Renamo, atingido a tiro em janeiro deste ano.

 

 

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