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Negócios entre PALOP e China prejudicados pela Covid-19

Os negócios entre os Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e a China registaram perdas de até 40%, devido à pandemia da Covid-19. O acúmulo de prejuízos foi divulgado por algumas empresas que fazem o intercâmbio económico entre o país africano e a comunidade lusófona.

A pandemia foi ainda responsável por uma retração de 15% nas trocas sino-africanas em 2020.

Com a Covid-19 e as ligações aéreas interrompidas, vários investidores estrangeiros deixaram de conseguir ir a África tratar dos seus projetos. Isto significa que os mesmos têm estado quase parados há já um ano.

É por esse motivo que as quebras se registaram, o que tem deixado os investidores descontentes.

Houve igualmente descidas nas trocas comerciais. Segundo os números divulgados pela agência de notícias “Xinhua”, registou-se uma quebra de 208 mil milhões de dólares (174 mil milhões de euros), em 2019, para 180 mil milhões (150 mil milhões de euros), em 2020, nas trocas comerciais sino-africanas.

Em contrapartida, o comércio bilateral entre a China e os países de língua portuguesa atingiu cerca de 120 mil milhões de euros em 2020. Isto representa um decréscimo de 3% em relação a 2019, de acordo com os dados dos Serviços da Alfândega da China.

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