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Portugal e Angola querem ‘esforços conjuntos’ no Golfo da Guiné

Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, com homólogo angolano, João Lourenço
Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, com homólogo angolano, João Lourenço

O secretário executivo adjunto da Comissão do Golfo da Guiné em Angola defendeu que devem ser realizados “esforços conjuntos” para incentivar as lideranças regionais a tomarem medidas que travem “a criminalidade marítima regional”. Portugal e Angola partilharam que concordam com esta opinião.

Recorde-se que a Comissão do Golfo da Guiné, que engloba diversos países africanos, é uma ferramenta institucional de permanente cooperação entre os Estados costeiros e visa a defesa de interesses comuns e a paz. A criminalidade marítima nesta zona tem aumentado, entre pirataria, assaltos e contrabandos.

De acordo com o embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa, a União Europeia considerou a zona do Golfo da Guiné como uma “zona de importância marítima e, por isso mesmo, integrada na iniciativa ‘Mar Aberto’”, com a “presença marítima coordenada”.

Para o diplomata, “esta cooperação bilateral e multilateral é importante na área da segurança e por isso mesmo esta presença marítima coordenada que se realizou é um sinal também que a União Europeia pode ser produtora da segurança marítima”.

Por sua vez, o embaixador de Angola em Portugal, Afonso Eduardo, disse que tem de haver um trabalho conjunto “para melhorar e incentivar a vontade política dos nossos líderes para essa região, porque são eles que decidem”.

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