São Tomé e Príncipe

FMI ainda não perdoou a dívida de STP

O Fundo Monetário Internacional ainda não anunciou o perdão da dívida a São Tomé e Príncipe, como uma das formas de reduzir o impacto económico, financeiro e social causado pelo novo Coronavírus.

Segundo o ministro das Finanças, a única garantia dada pelo FMI é a de uma moratória de três meses para o pagamento dos juros da divida.

«São Tomé e Príncipe beneficiou do alívio da divida com o FMI. Nós nesse momento também estamos a solicitar aos nossos parceiros bilaterais o alívio das nossas dívidas, porque simplesmente, nesse momento critico, não temos como pagá-las», disse Osvaldo Vaz, em conferência de imprensa.

As instituições de Bretton Woods anunciaram em março último, com efeito imediato, o perdão da dívida oficial bilateral dos países mais pobres, entre os quais São Tomé e Príncipe. A iniciativa poderia ajudar esses países com necessidades imediatas de liquidez a lidarem com os desafios colocados pela pandemia do novo coronavírus e dar tempo para uma análise do impacto da crise e sobre as necessidades de financiamento para cada país, referiu o comunicado do FMI e do BM.

«A comunicação que recebemos é de uma moratória por três meses para o pagamento dos juros da dívida. Isso não significa perdão da díkvida…O pagamento foi protelado. Mas estamos a trabalhar no sentido de conseguirmos o perdão, mas isso não é fácil», insistiu o governante.

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