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Professores em Timor-Leste querem ser repatriados para Portugal

(c) Instituto Camões

A maioria dos professores destacados em Timor-Leste ao abrigo de um programa luso-timorense no setor educativo pediram para serem repatriados para Portugal. O motivo deve-se ao surto do novo coronavírus (Covid-19), havendo já um caso positivo no território timorense e 2.060 em Portugal, além de 23 mortes.

São 140 os docentes portugueses que integram o projeto de Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE), havendo também outros indivíduos da mesma nacionalidade no país que decidiram pedir o repatriamento.

O Ministério da Educação timorense já decretou uma interrupção letiva de, pelo menos, uma semana, a partir da passada sexta-feira, 20 de março. A decisão inclui as escolas do projeto do CAFE.

Entretanto, a Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) arrancou o ensino à distância, tendo suspendido entre 24 de março e 14 de abril todas as aulas presenciais para combater o Covid-19.

Esta pandemia, que teve início na China, já matou mais de 14.500 pessoas, havendo mais de 340.843 casos de contágio registados em 171 países ou territórios. Mais de 72 mil ficaram totalmente curadas.

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