Timor Leste

Timor-Leste: Governo quer cidadania mais ativa e informada

O Governo timorense aproveitou o dia da celebração dos 250 anos da fundação de Díli, capital do país, que se assinalaram nesta quinta-feira, 10 de outubro, para apelar a uma cidadania mais informada, ativa, participativa e empenhada, de forma a que a mesma contribua para que se viva cada vez melhor.

“Queremos uma cidade limpa, verde e boa para viver e trabalhar”, refere o comunicado do Executivo, alusivo às celebrações. “Convidamos a todos os cidadãos a associarem-se a estas celebrações, através de uma cidadania cada vez mais informada, ativa, participativa e empenhada, em favor do bom desenvolvimento da nossa cidade capital em colaboração com o Governo e com as diversas autoridades locais”, pode ainda ler-se.

O Governo acrescentou que a capital timorense constitui um “símbolo de Independência e de desenvolvimento nacional, para a maioria dos cidadãos nacionais e estrangeiros”, servindo a comemoração dos 250 anos para “exemplo e referência para refletir sobre os processos de construção, ordenamento e planeamento urbano, em favor de uma cidade que se deseja cada vez mais humana, sustentável e amiga do ambiente, de acordo com as melhores práticas internacionais”.

Recorde-se que Díli era, há 250 anos, uma pequena aldeia dominada por casas de barro e palapa com telhados de folhas de palmeira e “talimatan”, a palha mais escura que decora muitas das casas tradicionais no país. A capital de Timor Português, como o território era conhecido na altura, passou da vila de Lifau, no enclave de Oecusse-Ambeno, para Díli, em frente à ilha de Ataúro, em 1769.

Esta passagem aconteceu após a tensão vivida em LIfau em 1719 devido, em grande parte, a intensos e regulares conflitos entre a hierarquia religiosa.

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