Timor Leste

Timor-Leste: Xanana critica medidas do Estado de Emergência

Xanana Gusmão na imagem
Xanana Gusmão

O ex-Presidente de Timor-Leste e dirigente do Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), Xanana Gusmão, partilhou a opinião de que considera desajustadas as novas medidas que o Governo vai aplicar no sétimo Estado de Emergência. Estas entrarão em vigor a partir de 04 de novembro, devido à pandemia da Covid-19. 

Gusmão referiu-se assim, principalmente, à decisão do Governo timorense, com base no decreto de declaração do Estado de Emergência, de exigir o uso de máscaras, higienização de mãos e distanciamento social nos recintos públicos. 

Para o político, as medidas referentes à fronteira são as mais corretas para o país, em vez de se estar novamente de máscara. No seu ponto de vista, a atenção deve estar então focada nos indivíduos que chegam de barco e de avião e, sobretudo, que atravessam as fronteiras terrestes. 

Recorde-se que as medidas decididas pelo Governo, que se aplicam entre 04 de novembro e 03 de dezembro, determinam ainda que “passa a ser obrigatório manter uma distância de, pelo menos, um metro e meio entre cada pessoa, desde que não vivam em economia comum”, de acordo com o comunicado divulgado. 

É igualmente obrigatório “utilizar máscara facial que cubra o nariz e a boca quando se tenha de aceder ou permanecer em recintos públicos ou privados de utilização coletiva, e higienizar as mãos quando pretendam entrar em estabelecimentos comerciais, industriais ou de prestação de serviços ou em edifícios onde funcionem serviços da administração pública”.

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