África Subsaariana

Gabão obtém assento no Conselho de Direitos Humanos da ONU

O Gabão conquistou um assento no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). Embora vozes dissidentes pedissem que não votassem no país que, de acordo com o índice de liberdade no mundo em 2020, é um “estado não livre” com uma pontuação de 22/100, incluindo 3/40 em direitos políticos e 19/60 nas liberdades civis, o país foi eleito em 13 de outubro para um mandato de 3 anos (2021-2023).

O Conselho de Ministros de 13 de outubro congratulou-se pelo fato. “O Conselho de Ministros deu as boas-vindas à liderança do Presidente da República, Chefe de Estado, Sua Excelência Ali Bongo Ondimba, pela aprovação, por parte das autoridades da União Africana e das Nações Unidas, da Candidatura do Gabão a membro da Comissão de Direitos Humanos da ONU”, refere o comunicado final.

Na disputa por um dos quatro assentos vagos, o Gabão foi candidato na categoria Estados africanos.

Durante esta eleição em que apenas a Arábia Saudita foi rejeitada, 15 países conseguiram lugar no Conselho dos Direitos Humanos: Bolívia, França, Malawi, México, Nepal, Paquistão, Senegal, Costa do Marfim, Ucrânia, Grã-Bretanha, China, Cuba, Rússia e Uzbequistão. Esses países, incluindo o Gabão, ocupam os 15 lugares que estavam em jogo neste conselho, que tem 47 membros. Um terço dos assentos são renovados a cada ano.

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