Nenhum país africano reuniu os critérios de “boa governação” em 2016

Pela sexta vez em 10 anos, o júri do prémio Mo Ibrahim não conseguiu designar um vencedor por uma “governação excecional”. Assim, nenhum país africano receberá o prémio de 5 milhões de dólares, distribuído durante 10 anos.

Criado por Mo Ibrahim, empresário nas telecomunicações anglo-sudanês, o prémio com o seu nome recompensa antigos chefes de Estado ou do governo de um país da África Subsaariana, eleitos democraticamente, que tivesse deixado o poder nos decorrer dos últimos três anos de acordo com a constituição dos seus países.

O prémio Ibrahim para a Excelência na Liderança Africana já foi atribuído a quatro antigos chefes de Estado: Joaquim Chissano, Moçambique, em 2007, Pedro Pires, Cabo Verde, em 2011, Festus Mogae, Botswana, em 2008, e Hifikepunye Pohamba, Namíbia, em 2014. Nelson Mandela, ícone da luta contra o apartheid, foi distinguido honorariamente com o prémio Mo Ibrahim em 2007.

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