África Subsaariana

Senegal: Transportadores revelam o que se passou no caso do roubo de munições

Os dois “transportadores” no caso de munição roubada do exército confessaram aos investigadores, segundo o jornal L’Observateur, que publicou as declarações na sua edição de segunda-feira.

Segundo os depoimentos dos dois suspeitos, em 24 de outubro, Macky Taal Ndiaye, motorista de profissão, saiu de Rosso para deixar clientes em Thiès, antes de regressar a casa de noite em Ndoma, Mboro. No dia seguinte, saiu de Ndoma para Dakar. À tarde, recebeu uma ligação de Ahmet Ndiaye (o pai de sua esposa), que lhe confiou a mercadoria (alegadamente sucata) a ser transportada para Rosso. Segundo o Dakarmatin, ao chegar a Rufisque, abriu os sacos e deparou com as munições.

Ndiaye contou que entrou em pânico e ligou para o sogro, que garantiu que a munição seria usada para sucata.

Na mesma manhã de quinta-feira, 24 de outubro, Ahmet Ndiaye disse ter recebido uma chamada do WhatsApp do seu amigo Moustapha, um mauritano estabelecido em Nouakchott. Este último terá informado que tinha bagagem para transportar para Dakar e ser enviada para Rosso. Ahmet colocou Moustapha em contato com Macky Taal Ndiaye.

Moustapha terá informado Ahmet que seria Bécaye Sankharé, um soldado de Camp Lemonier, que estaria em posse da munição. Foi o último quem depositou a munição na casa de Macky. Segundo Ahmet, o soldado terá entregado 50.000 FCfa a Moustapha.

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