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Nicolás Maduro: “Na Venezuela não entrará nenhum soldado invasor”

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, reafirmou a sua posição em defesa da soberania e apelou ao diálogo com a oposição, reiterando que na Venezuela “não vai entrar nenhum soldado invasor, nem que este país não tivesse quem o ame, quem o defenda.”

Neste contexto, o presidente venezuelano rejeitou o comunicado do auto-denominado Grupo de Lima em que exortam os militares venezuelanos a apoiarem o deputado Juan Guaidó como executor do golpe contra o governo.

Maduro descreveu a declaração como “repugnante e risível”. “Eu não sei quem escreve os comunicados do cartel Lima, são uma caricatura. Encarregaram-se de auto-destruir-se moralmente”, disse o presidente salientando que a Venezuela está a vencer a batalha.

Nicolas Maduro declarou que os EUA e o Grupo Lima se opõem a um diálogo para a Venezuela e apelou o povo venezuelano à reconciliação nacional.

Quanto aos repetidos pedidos de intervenção feitos pela oposição venezuelana, o presidente disse que era tolice pedir a guerra para a sua própria pátria. A esse respeito, lembrou que não há casus belli para os Estados Unidos intervirem militarmente na Venezuela.

“A Venezuela está a travar uma batalha pela sua própria existência, pela nossa nação como uma nação independente. Nunca antes em 200 anos de história republicana da Venezuela foi submetida a uma ameaça, pressão e agressão como a que vivemos hoje”, alertou Maduro.

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