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Pompeo defende a “restrição” militar de Washington na Venezuela

O chefe da diplomacia dos EUA, Mike Pompeo, defendeu na segunda-feira a “restrição” militar dos EUA na Venezuela, parecendo descartar uma intervenção armada para expulsar o líder socialista Nicolas Maduro, cuja saída previu mais cedo ou mais tarde.

“Dissemos que todas as opções estavam em cima da mesa para ajudar os venezuelanos a recuperar a sua democracia e prosperidade”, lembrou Pompeo em Louisville, Kentucky.

“Trata-se na mesma disso”, assegurou o governante, referindo que a estratégia “realista” do Presidente dos Estados Unidos em relação à Venezuela causou pressão económica e diplomática, mas também “contenção”.

“Aprendemos as lições históricas sobre os riscos significativos associados ao uso da força militar”, afirmou Mike Pompeo.

Em janeiro, Washington reconheceu o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó como presidente interino e impôs sanções económicas severas para tirar Nicolas Maduro do poder.

Mike Pompeo pediu paciência, citando o exemplo do ex-ditador comunista romeno Nicolae Ceausescu, garantindo que o presidente Maduro acabará por ser forçado a sair.

“Em julho de 1989, Nicolas Ceausescu afirmou que o capitalismo chegaria à Roménia no dia em que as maçãs crescem em choupos – e em dezembro do mesmo ano, aconteceu”, disse. “O fim também está próximo de Maduro. Nós simplesmente não sabemos a data”, previu Pompeo.

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