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UE destina cerca de 31 milhões de euros para ajudar a Venezuela na pandemia de covid-19

A União Europeia (UE) destinou cerca de 31 milhões de euros para apoiar a luta contra o covid-19 na Venezuela,  informou a delegação da UE na quarta-feira em comunicado.

“A UE e os estados membros presentes no país estão a adaptar vários dos seus projetos de ajuda humanitária e cooperação, incluindo neles a saúde e as necessidades humanas derivadas da pandemia (…) A dotação orçamental ascende a cerca de 31 milhões euros”, refere o grupo na nota.

Este dinheiro, explicou a delegação europeia, tem sido atribuído principalmente aos sectores da saúde, água e saneamento e segurança alimentar através de projetos executados em parceria com as Nações Unidas, o movimento da Cruz Vermelha e organizações locais da sociedade civil e internacional.

Campanhas de divulgação e envio de material de saúde

Desse modo, essas doações têm se traduzido até ao momento em “campanhas de divulgação de prevenção e resposta precoce ao coronavírus”, bem como na aquisição e distribuição de material de proteção, medicamentos ou equipamentos médicos e no fornecimento de água para os centros hospitalares e educativos.

Além disso, o orçamento inclui a distribuição de material de higiene para lares de idosos, a distribuição de alimentos e nutrição para populações vulneráveis, “a proteção de pessoas em trânsito ou em risco de violência” e para ajudar os jornalistas durante a pandemia.

De acordo com o comunicado, o programa permitiu a chegada ao país de 82,5 toneladas de material que inclui equipamentos de proteção individual, remédios, purificadores de água e material de higiene familiar, fornecidos por organizações humanitárias e que ajudarão mais de 500.000 venezuelanos.

“Apesar de a União Europeia ser uma das áreas mais afetadas pela Covid-19 no planeta, está firmemente empenhada em ajudar outros países na sua saúde e esforços humanos na luta contra a pandemia”, sublinha a carta.

Essas doações fazem parte do pacote Team Europe, que começou em abril e já mobilizou 36 mil milhões de euros, dos quais 900 milhões foram destinados para apoiar “de forma destacada os seus parceiros na América Latina e nas Caraíbas”, acrescentou o comunicado.

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