América Latina

Venezuela: Guaidó ativa cinco medidas para parar o COVID-19 no país

O auto-proclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, anunciou na segunda-feira “cinco medidas prioritárias do governo interino“, que tomará para fazer face à pandemia do COVID-19 e que já possui 33 casos no país, segundo o regime de Nicolás Maduro.

Entre as medidas anunciadas, Guaidó defende retomar a ajuda humanitária e alimentar, aprovar um fundo para apoiar Organizações Não Governamentais internacionais de saúde que trabalham na Venezuela, entregar 3.500 kits de proteção ao pessoal de saúde, conduzir uma campanha de informação e criar uma equipa de monitorização.

Na sua opinião, a Venezuela “é vítima de um regime que pulverizou o acesso aos serviços públicos. O coronavírus pode causar danos incalculáveis se não fizermos o que for necessário. O Estado não tem capacidade para enfrentá-lo”, declarou Guaidó.

Nicolás Maduro ordenou na segunda-feira uma “quarentena total” que entrará em vigor a partir desta terça-feira e será aplicada nos 23 estados do país, para interromper a expansão do coronavírus COVID-19.

Quero anunciar que a partir de amanhã, terça-feira, 17 de março, às 5 horas da manhã, toda a Venezuela entrará em quarentena social, todo o país, os 23 estados e o distrito da capital, todos na quarentena social, a quarentena coletiva“, declarou o presidente num discurso em que confirmou 16 novos casos, além dos 17 relatados anteriormente.

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