América Latina

Venezuela: Maduro declara que a consulta popular da oposição não tem validade legal

O Presidente da República da Venezuela, Nicolás Maduro, garantiu na quinta-feira que a consulta popular da oposição que começou na segunda-feira, 7 de dezembro e termina no sábado, 12 de dezembro, com a qual pretende revalidar o apoio da população, através da Internet, não tem validade legal.

“São consultas que se fazem para medir a opinião e a tendência, estas consultas são tomadas como orientação, nenhuma consulta na Internet tem carácter jurídico ou constitucional”, afirmou o chefe de Estado.

“Se usar a Internet como sempre fazemos, com base no cartão nacional, com 20 milhões e meio de venezuelanos que têm cartão nacional, medimos a opinião pública. Mas não ocorreria a ninguém fazer uma consulta pelo cartão nacional, onde 23 milhões de venezuelanos responderiam, ninguém pensaria que uma consulta pela Internet tem valor constitucional. Só tem um valor informativo, um guia de ação”, disse o presidente em reunião com os deputados eleitos para a Assembleia Nacional de Caracas.

A oposição convocou a consulta por meio da aplicação voatz, disponível na Google Store, após o resultado eleitoral de 6 de dezembro em que o Grande Polo Patriótico Simón Bolívar (Gppsb) conquistou 253 lugares e a oposição consolidou apenas 21 de um total de 277 por lista nacional, regional e nominal, segundo dados do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

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