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Venezuela: UE considera que morte de Rafael Acosta ilustra “arbitrariedade da justiça” venezuelana

A União Europeia (UE) declarou na segunda-feira que a morte do capitão venezuelano da Marinha, Rafael Acosta Arévalo, enquanto estava detido sob custódia do governo, ilustra “a natureza arbitrária do sistema judicial” no país e pediu uma investigação independente do caso.

“A morte do capitão do exército Rafael Acosta Arévalo, enquanto sob custódia das forças de segurança venezuelanas, é outra ilustração grosseira da natureza arbitrária do sistema judicial no país e da falta de garantias e direitos para os detidos”, disse numa declaração a porta-voz da alta representante da UE para a política externa, Federica Mogherini.

Mogherini acrescentou que a sua morte “não pode passar despercebida” e que também não pode ficar impune.

“Uma investigação completa e independente é necessária para que os responsáveis sejam responsabilizados”, disse, expressando as “suas profundas condolências à família e amigos” do soldado e o seu apoio aos “esforços do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, para garantir que os direitos humanos de todos os venezuelanos sejam totalmente protegidos”.

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