Ásia

Batalha eleitoral para a identidade de Taiwan

Taiwan, uma das democracias mais determinada do mundo, vai eleger um novo presidente e parlamento a 16 de Janeiro.

A questão fundamental em qualquer discussão de Taiwan é a sua relação com a China, que a vê como uma província separatista que um dia se unirá ao continente. Em oito anos que o presidente Ma Ying- jeou, do Partido Kuomintang (KMT ), está no poder, o seu objetivo tem sido melhorar as relações com a China. Esta altura tem sido a mais tranquila, em termos de cordialidade, desde o fim da guerra civil chinesa em 1949 . Quando completar o seu segundo mandato em maio, não poderá candidatar-se novamente.

Muitos sentem-se descontentes com o KMT, que apoia a noção de que Taiwan e o continente são parte da China, e continuam a negociar acordos e a desenvolver relações com Pequim. Espera-se  que estas pessoas votem na oposição, o Partido Democrático Progressista (DPP ), que não compartilha essa visão.

Enquanto isso, a luta pela maioria dos 113 assentos no parlamento, conhecido como Yuan Legislativo, também é considerado crítico. As sondagens indicam que há risco do KMT perder a maioria pela primeira vez na história de Taiwan.

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