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Em 3 anos mineradores de bitcoin da China consumirão tanta energia como um país médio

Seguindo as tendências atuais, investigadores chineses estimam que o consumo de energia da mineração de Bitcoins na China atingirá o pico em 2024 com 296,59 Twh (terawatts-hora) e gerará 130,5 milhões de toneladas métricas de emissão de carbono. Estes valores correspondem ao consumo de um país de rendimento médio.

Apesar da crescente atração pelas criptomoedas, a mineração de Bitcoin requer o constante gasto e/ou expansão da capacidade de processamento dos computadores, o que está associado ao aumento do consumo de energia. Num novo estudo, Shouyang Wang, da Universidade Chinesa de Ciências, e a sua equipa investigaram os fluxos de emissão de carbono da operação de blockchain de Bitcoin na China.

Os investigadores descobriram que, sem qualquer intervenção política, o consumo anual de energia da blockchain Bitcoin na China atingirá o pico em 2024 em 296,59 Twh e gerará 130,50 milhões de toneladas métricas de emissão de carbono. Estes valores excedem todas as emissões anuais de gases de efeito estufa de países inteiros de rendimento médio, como a República Checa e o Quatar.

“As intervenções políticas são críticas para reduzir estes impactos”, concluíram os pesquisadores.

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