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Sri Lanka: Estado Islâmico matou 359 pessoas para vingar ataque na Nova Zelândia

Kamikazes do National Thowheeth Jama'ath

Os atentados kamikazes contra hotéis e igrejas católicas no Sri Lanka durante as cerimónias da Páscoa e que causaram pelo menos 359 mortos e mais de 500 feridos, terão sido perpetrados em “represália” ao atentado de 15 de Março contra a comunidade muçulmana em Christchurch, na Nova Zelândia.

Segundo as autoridades do Sri Lanka os atentados foram perpetrados pela organização islamista local, National Thowheeth Jama’ath (NTJ). No entanto, a NTJ integrara a esfera da organização terrorista Estado Islâmico que reivindicou os ataques através da sua agência de propaganda Amaq.

“Os autores dos ataques que visaram originários dos países da Coligação (Anti-Estado Islâmico) e os cristãos do Sri Lanka são combatentes do Estado Islâmico” anunciou a organização terrorista através da Amaq.

Apesar de os serviços de segurança do Sri Lanka estarem atentos às actividades da National Thowheeth Jama’ath, na sequência um alerta lançado há mais de um mês pela National Investigation Agency (NIA), serviço de Informações da Índia, e vários indícios apontarem para a iminência de uma acção violenta de carácter suicida conta igrejas católicas e a embaixada da Índia em Colombo, capital do Sri Lanka, problemas de rivalidades politicas impediram que a informação fosse transmitida ao primeiro-ministro.

Em questão está um conflito político e animosidade entre o presidente Maithripala Sirisena e o chefe do Governo que gladiam entre si competências.

Cerca de 70% da população do Sri Lanka é budista, 12% hindus e 10% muçulmanos, a população católica é minoritária com cerca de 1,2 milhões indivíduos.

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