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CEDEAO insta os Estados membros a reabrir aeroportos e portos marítimos

Após a reunião dos Chefes de Estado da UEMOA (União Económica e Monetária do Oeste Africano) e da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) na quarta-feira, o Presidente da Comissão da UEMOA apresentou a seguinte proposta para a abertura de fronteiras:

1 de julho: abertura das fronteiras terrestres da CEDEAO

15 de julho: abertura de fronteiras aéreas na região da CEDEAO

15 de julho: abertura das fronteiras marítimas

22 de julho: abertura de fronteiras aéreas com todos os países africanos

1 de agosto: abertura de fronteiras aéreas com outros continentes – Internacional

Entretanto, os ministros dos governos da África Ocidental propuseram a reabertura de fronteiras entre os seus países na primeira quinzena de julho, permitindo a entrada de viajantes de outros países com níveis baixos ou controlados de coronavírus até ao final de julho.

Os países do bloco comercial da CEDEAO impuseram níveis variados de restrições de viagens em resposta à pandemia do COVID-19, com muitos encerrando completamente as suas fronteiras.

A nova proposta, contida no resumo de uma reunião virtual da CEDEAO de ministros dos Negócios Estrangeiros e do Comércio, que ocorreu na semana passada, pedia esforços coordenados para reabrir o comércio transfronteiriço que foi prejudicado pelas restrições para controlar a propagação do coronavírus.

Segundo o documento, uma primeira fase que consiste na abertura do transporte aéreo e terrestre doméstico, deve ser implementada este mês. Muitos governos da região já começaram a fazê-lo.

Uma segunda fase, envolvendo a abertura de fronteiras terrestres, aéreas e marítimas na região, deve ocorrer o mais tardar em 15 de julho.

Uma terceira fase, envolvendo a abertura das fronteiras aéreas e terrestres para “países com níveis baixos e controlados de COVID-19”, deve ocorrer até 31 de julho, mas dependerá da evolução da pandemia, afirmou o relatório.

As recomendações dos ministros serão apresentadas aos chefes de estado da CEDEAO numa próxima reunião, refere o documento.

Os governos africanos têm lutado desde o início do surto para encontrar um equilíbrio entre conter o vírus e manter as atividades económicas diárias das quais milhões de cidadãos dependem para sobreviver.

Os países africanos registaram relativamente poucos casos em comparação com os epicentros noutras partes do mundo, mas a Organização Mundial da Saúde alertou na semana passada que a pandemia está em fase de aceleração no continente.

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