França: Um ano depois do atentado Charlie Hebdo sai com um Deus assassino na capa

Um ano depois do atentado ao jornal satírico frances Charlie Hebdo, reivindicado por extremistas islâmicos, e que fez 12 mortos, a publicação edita capa com um Deus barbudo, com uma kalashnikov, roupas ensanguentadas, e com o título «o assassino ainda está em fuga».

Esta edição inclui um caderno com desenhos dos cartoonistas mortos há um ano – Cabu, Wolinski, Charb, Tignous, Honoré – e de colaboradores externos, entre os quais a ministra da Cultura francesa, Fleur Pellerin, actrizes como Isabelle Adjani, Charlotte Gainsbourg e Juliette Binoche, intelectuais como Élisabeth Badinter, Taslima Nasreen (Bangladesh), Russell Banks (Estados Unidos) e o músico Ibrahim Maalouf.

O cartoonista Riss, director do jornal, gravemente ferido a 07 de Janeiro do ano passado, assina um editorial defendendo a laicidade e condenando os «fanáticos embrutecidos pelo Corão» e os «beatos de outras religiões» que desejaram a morte do jornal por «ousar rir da religião».

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