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Revolta de combatentes tunisinos no interior do Estado Islâmico

Cerca de duas centenas de combatentes tunisinos do Estado Islâmico tentaram a 3 de Março desertar em Raqqa para se aliarem ao grupo Jabhat al-Nusra próximo da Al-Qaeda. A reação coletiva dos combatentes tunisinos foi uma resposta à execução pelo Estado Islâmico do comandante Abu Ubeyd al-Tunisi e oito tunisinos acusados de tentativa de deserção.

Incapaz de travar o levantamento dos combatentes tunisinos, o Estado Islâmico foi forçado a pedir reforços de combatentes sírios posicionados em aldeias na periferia de Raqqa.

Os combatentes tunisinos representam o maior grupo de combatentes estrangeiros nas fileiras do Estado Islâmico. Segundo dados avançados em 2014 pelo jornal britânico The Guardian cerca de 2.400 tunisinos integraram o Estado Islâmico desde 2011 e cerca de 400 regressaram à Tunísia.

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