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Candidaturas ao Programa Regressar já abrangem 1705 pessoas

No âmbito do Programa Regressar, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Portugal recebeu, até ao dia 9 de fevereiro, um total de 806 candidaturas à medida de apoio ao regresso de emigrantes, que abrangem um total de 1.705 pessoas. Além dos 806 candidatos, estão abrangidos 899 elementos dos respetivos agregados familiares que regressaram a Portugal.

Entre as candidaturas recebidas, 68% são relativas a pessoas que saíram de Portugal entre 2011 e 2015. Perto de 47% das candidaturas foram apresentadas por pessoas com o Ensino Superior e cerca de 80% dos candidatos têm até 44 anos.

França é o país de origem com maior volume de emigrantes a quererem regressar (18%), seguido do Reino Unido (17%), Suíça (13%), Brasil (8%), Angola (5%), Espanha (5%) e Alemanha (4%).

Segundo dados do IEFP, inscreveram-se para procura de emprego na plataforma do IEFP com o motivo “regresso a Portugal” cerca de 3.500 pessoas.

Foi também anunciado o alargamento do universo de candidatos que passaram a ser elegíveis para apoio. Têm agora acesso à medida não só aqueles que têm contratos sem termo mas também os que começam a trabalhar em Portugal com contratos a termo com duração inicial de pelo menos seis meses, sendo que os candidatos que vejam os seus contratos prolongados até, pelo menos, 12 meses, recebem um apoio adicional.

Também se aumentaram os apoios financeiros a que os candidatos podem aceder. Assim, os montantes máximos de apoio, que antes se fixavam em 6.582 euros, passam agora a ser de 7.021 euros. Foi também criada uma majoração de 25% para os candidatos que se fixem no interior do país, pelo que o montante máximo de apoio é, nestes casos, de 7.679 euros. Apenas uma semana após a entrada em vigor destas alterações, tinham já sido aprovadas 12 candidaturas de emigrantes que pretendem fixar-se no interior de Portugal.

O programa Regressar será em breve estendido aos emigrantes que regressem e queiram criar o seu próprio emprego. Além do acesso aos apoios financeiros para o regresso, terão também acesso aos instrumentos de apoio ao empreendedorismo e à criação do próprio emprego do IEFP.

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