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Reabilitação e dinamização do património cultural é uma prioridade do Governo

A reabilitação e dinamização do património cultural constitui uma prioridade política do Governo, tal como ficou bem expresso na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2020, agora aprovado. Medidas como a criação da Lotaria do Património e a constituição do fundo para a reabilitação do património são emblemáticas desta prioridade estratégica.

Em simultâneo, o Governo priorizou e está a implementar uma nova estratégia integrada para a arte contemporânea, como também ficou consagrado no Orçamento do Estado através de medidas como o reforço da dotação para a aquisição de obras de arte e a criação de uma rede de centros de arte contemporânea.

O Governo está, portanto, empenhado na implementação de um novo ciclo de políticas públicas para o património cultural e para as artes. Este novo ciclo exige uma nova equipa para a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), constituída por uma complementaridade de diferentes competências e perfis adequados aos novos desafios.

Assim, Bernardo Alabaça será o novo Diretor-Geral do Património Cultural, integrando igualmente a nova equipa Fátima Marques Pereira, Rui Santos e João Carlos Santos mantém-se como subdiretor.

Bernardo Alabaça apresenta um currículo com 20 anos de experiência de gestão, maioritariamente de património público, tendo sido Diretor-Geral de Infraestruturas do Ministério da Defesa Nacional e Subdiretor-Geral do Tesouro e Finanças do Ministério das Finanças. Mestre em Finanças pelo ISCTE, tem ainda desenvolvido atividade como docente nessa instituição e na Porto Business School.

Fátima Marques Pereira vem reforçar a equipa com competências nas áreas da arte contemporânea, políticas museológicas e gestão de coleções. Foi Diretora do Arquipélago – Centro de Arte Contemporânea e exerceu o cargo de Subdiretora na Direção Geral das Artes. Mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, exerceu diversos cargos de gestão académicos e científicos.

Rui Santos apresenta experiência em gestão e operacionalização de fundos estruturais e reforça as competências da DGPC nas áreas financeiras e de gestão de recursos humanos. Exerceu funções de Secretário Técnico do Programa Operacional de Valorização do Território e de outros programas operacionais, no âmbito do Portugal 2020. É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

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