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Rui Pinto passa para prisão domiciliária

Rui Pinto, criador do Football Leaks e autor das revelações do caso Luanda Leaks, que estava em prisão preventiva desde 22 de março de 2019, foi colocado em prisão domiciliária, indicaram os advogados, na quarta-feira.

O hacker português vai passar a trabalhar com a Polícia Judiciária (PJ) no combate à criminalidade económico-financeira que as suas intrusões informáticas têm permitido desvendar em diferentes áreas da sociedade.

Este acordo de colaboração, validado pela juíza de instrução Cláudia Pina num despacho de três páginas, prevê atenuantes numa eventual futura condenação por vários crimes de acesso ilegítimos e, para já, o aligeirar das medidas de coação.

Recorde-se que o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu levar a julgamento Rui Pinto por 90 crimes. As acusações são de acesso ilegítimo, acesso indevido, violação de correspondência, sabotagem informática e tentativa de extorsão, mas deixou cair 57 dos 147 crimes.

O advogado do hacker revelou que Rui Pinto encontra-se agora sujeito à medida de obrigação de permanência na habitação, e também proibido de aceder à internet.

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