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Revista de Imprensa Lusófona de 14 de fevereiro de 2020

Em São Tomé e Príncipe a “STP-Press” destaca que o “Governo são-tomense assina acordo de 4,8 milhões de Euros do projeto agrícola FIDA”. A “Téla Nón” noticia que a “Procultura PALOP [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa] lança DIVERSIDADE em São Tomé”. 

Primeiro-ministro de Portugal “[António] Costa positivo quanto a aprovação do OE2020 [Orçamento Geral do Estado para 2020]”, segundo o “Observador”. O “Público” escreve que os “Partidos trabalham proposta única para estatuto do combatente”. 

No “Jornal de Angola” pode ler-se “Caso BNA [Banco Nacional de Angola]: Silêncio de José Eduardo dos Santos obriga Supremo a desistir”. A “Angop” refere que “Político reconhece efeitos do combate à corrupção”, tratando-se do segundo secretário do MPLA no Bié, Anastácio Severino Sambowé. 

“Governo procura solucionar problemas com regime duodecimal restrito” e “Formandos timorenses de instituições de controlo financeiro terminam formação em língua portuguesa” são dois dos temas partilhados pelo “Sapo Notícias” sobre Timor-Leste. 

No Brasil “O Globo” tem em manchete “Bolsonaro confirma Braga Netto e Onyx em reforma ministerial ‘a conta-gotas’”. portal “G1” avança que o “Número de assassinatos cai 19% no Brasil em 2019 e é o menor da série histórica”. 

Em Cabo Verde “A Semana” publica que o “PAICV reitera compromisso de continuar a apoiar o PAIGC na luta para apurar a ‘verdade das urnas” pelas vias legais’”. O “Santiago Magazine” informa que a “Madeira oferece apoio a Cabo Verde num plano de contingência do coronavírus”. 

Na Guiné-Bissau “O Democrata” cita o Procurador Geral da República, Ladislau Clemente Ambassa, que diz que o “Processo eleitoral na Guiné-Bissau decorreu da melhor forma e sem irregularidades”. Já a “Ang” menciona o ministro da Educação Nacinal e Ensino Superior, Dautarin Costa, que afirma que “Não é possível criar condições no sector educativo se o sistema está permanentemente parado”. 

“FNB [First National Bank] investe na digitalização dos serviços em Moçambique”, lê-se no jornal “O País” em Moçambique“CIP [Centro de Integridade Pública] critica a falta de transparência na transferência de fundos estatais em Moçambique”, de acordo com o “Zambeze”.

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