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Revista de Imprensa Lusófona de 22 de junho de 2022

Na Guiné-Bissau a “ANG” noticia que o “FMI vai retomar programa financeiro com a Guiné-Bissau suspenso há quatro anos”. De acordo com “O Democrata”, o “Chefe de Estado diz que o país não precisa de ‘forças armadas marginais’ que fazem golpes de Estado”. 

Sobre Timor-Leste o “Sapo Notícias” escreve “Governo timorense aprova acordos com a Austrália e com o Japão”. Na “Tatoli” pode ler-se “Recrutamento de 400 professores para Programa de Ensino em Casa”. 

A “Carta de Moçambique” avança “Dívidas Ocultas: Privinvest com dificuldades em notificar Filipe Nyusi”. Já “O País” refere que o “Governo ainda busca estratégias para controlar o alto custo de vida”. 

A “Inforpress”, agência de notícias de Cabo Verde, publica “Emergência Social: PAICV clama ‘por mais medidas’ e MpD “enaltece a coragem do Governo’”. O jornal “A Semana” menciona “Parlamento: Debate sobre economia e desenvolvimento sustentável com primeiro-ministro marca segunda sessão plenária de Junho”. 

O Presidente de São Tomé e Príncipe “Carlos Vila Nova promulga decreto de salário mínimo da função pública e regime privativo dos jornalistas”, segundo a “STP-Press”. O “Jornal Transparência” indica que o chefe de Estado de Portugal “Marcelo recebeu homólogo de São Tomé e Príncipe”. 

Em Portugal o “Público” informa “Da crise no SNS à perda de poder de compra: os temas no primeiro debate da legislatura com António Costa”. O “Expresso” partilha que os “Portugueses são os segundos da UE a sentir mais as consequências económicas da guerra”. 

No “Angola 24 Horas” lê-se “Grupo contratado pelo MPLA protesta na entrega de candidatura da UNITA junto do TC [Tribunal Constitucional]”. A “Angop” divulga “Eleições2022: FNLA apresenta candidatura esta quarta-feira ao TC”. 

No Brasil “O Globo” destaca que o Presidente “Bolsonaro usa estrutura do governo para impulsionar campanha”. O “Estadão” escreve que, “Para intervir na Petrobras, governo tem de alterar quatro leis e estatuto”.

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