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Angola, Guiné-Bissau e Moçambique no índice internacional sobre autoritarismo

Angola, Guiné-Bissau e Moçambique encontram-se entre os países classificados como regimes plenamente autoritários num relatório internacional que identifica a Rússia e a China como principais motores das redes de cooperação autoritária.

Trata-se do Índice de Colaboração Autoritária, divulgado em Londres, onde é analisado o período entre 01 de março e 01 de outubro de 2026. São acompanhados 139 atores, entre países, governos e partidos políticos.

Neste Índice, Brasil, Portugal e Timor-Leste são considerados democracias. Já Cabo Verde e São Tomé e Príncipe não constam da classificação.

O documento identifica mecanismos de cooperação que incluem apoio militar, formação política e contactos diplomáticos, envolvendo governos e organizações que os investigadores classificam como autoritários ou com tendências autoritárias.

A avaliação baseia-se em indicadores relacionados com a competição eleitoral, as liberdades políticas e a responsabilização institucional, correspondendo à metodologia adotada pela organização.

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