As exportações brasileiras para a China cresceram 8,6% em julho de 2026, chegando a US$ 10,67 mil milhões (€9,18 mil milhões), segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
No mesmo mês, as vendas para os Estados Unidos caíram 5%, para US$ 3,64 mil milhões (€3,13 mil milhões). Já as importações provenientes da China aumentaram 7,8%, para US$ 6,42 mil milhões (€5,52 mil milhões), gerando um superavit de US$ 4,26 mil milhões (€3,66 mil milhões) para o Brasil.
Entre janeiro e julho, as exportações para a China avançaram 19,7%, para US$ 69,03 mil milhões (€59,36 mil milhões), enquanto as importações cresceram 8%, para US$ 44,96 mil milhões (€38,67 mil milhões).
Com os EUA, as exportações brasileiras recuaram 12,2% no acumulado do ano, para US$ 20,95 mil milhões (€18,02 mil milhões), enquanto as importações caíram 10,4%, para US$ 23,23 mil milhões (€19,98 mil milhões), resultando num défice de US$ 2,27 mil milhões (€1,96 mil milhões).
