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Cabo Verde: PAICV fala de falhas no recenseamento eleitoral na diáspora

O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) declarou que existem atrasos e falhas no recenseamento eleitoral na diáspora e no território nacional.

Neste sentido, o maior partido da oposição no país exigiu ao Governo transparência total sobre o ponto de situação em cada círculo eleitoral e responsabilização por atrasos que prejudiquem o direito constitucional dos cidadãos.

O deputado Mário Celso Teixeira disse na declaração política proferida nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, que aquilo que deveria ser um processo exemplar de organização democrática está marcado por atrasos, falhas logísticas, descoordenação e uma “preocupante” falta de celeridade por parte do Governo.

No círculo eleitoral da Europa, o político mencionou a existência de vários relatos de dificuldades, tendo citado o Reino Unido como exemplo na demora na marcação da tomada de posse e comunicação institucional praticamente inexistente. Referiu ainda a Suíça, onde dois meses após a posse não houve programação adequada das deslocações.

Foram igualmente mencionados o Luxemburgo, Suécia, Holanda, Bélgica, França, Itália e países com alguma dinâmica positiva como Portugal e Espanha com limitações, incluindo na falta de acesso a relatórios diários e insuficiente apoio institucional.

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