O primeiro-ministro de Cabo Verde, Francisco Carvalho, defendeu uma maior participação da diáspora no desenvolvimento do país. Neste sentido, indicou a necessidade de recuperar iniciativas e instrumentos de relacionamento com as comunidades cabo-verdianas no exterior.
O dirigente também falou em concretizar compromissos já assumidos, nomeadamente o Conselho das Comunidades, a Estratégia Nacional de Emigração e Desenvolvimento e o Estatuto do Investidor Emigrante.
Carvalho considera que Cabo Verde deve aproveitar melhor o conhecimento, a experiência e as competências dos seus cidadãos residentes no estrangeiro, criando oportunidades para que estes participem mais ativamente no desenvolvimento do arquipélago.
As declarações foram feitas no sábado, 31 de outubro, durante o Encontro de Quadros Cabo-Verdianos em Portugal, realizado no auditório da Universidade Lusófona, em Lisboa. No local estiveram presentes profissionais, académicos, investigadores e representantes institucionais para debater o papel da diáspora no futuro de Cabo Verde.
