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Guiné-Bissau: CPLP exige libertação imediata de Domingos Simões Pereira após prisão preventiva

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) emitiu um comunicado oficial em que condena de forma veemente a prisão preventiva de Domingos Simões Pereira, Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau e líder do PAIGC. A medida de coação, decretada pelo Tribunal Militar Superior, foi executada no passado dia 10 de julho de 2026, desencadeando uma forte reação diplomática por parte da organização lusófona.

No documento datado de 15 de julho de 2026 e emitido a partir de Lisboa, a CPLP apela à libertação imediata e incondicional do político guineense. A organização sublinha que a retoma urgente da ordem constitucional no país é uma condição absolutamente indispensável para que se possa restabelecer a paz e a estabilidade política e social na Guiné-Bissau.

A comunidade internacional lusófona aproveitou o momento para reafirmar o seu compromisso inabalável com a defesa dos princípios e valores basilares do Estado de Direito Democrático. De acordo com a CPLP, estes pressupostos estão solidamente consagrados nos seus atos fundacionais e constituem a identidade partilhada por todos os Estados-membros da organização.

Por fim, o comunicado expressa uma forte e solidária mensagem de apoio ao povo guineense, reconhecendo a sua legítima aspiração à liberdade, à democracia, à estabilidade e ao desenvolvimento nacional. A CPLP reiterou o seu empenho em honrar a confiança e a esperança que a Guiné-Bissau deposita na comunidade, prometendo acompanhar de perto os desenvolvimentos da situação política no país.

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