O Pacto Social manifestou nesta sexta-feira, 30 de outubro, a sua satisfação pela libertação de vários presos políticos na Guiné-Bissau e apelou às autoridades de transição para prosseguirem com as libertações e garantirem o regresso seguro de todos os cidadãos que se encontram na diáspora, para que os mesmos possam participar no Fórum da Reconciliação Nacional e Paz, marcado para 30 de novembro.
Na nota de reconhecimento, a Coordenação Nacional do Pacto Social afirma que as recentes libertações são fundamentais para a redução das tensões políticas, promoção da paz e reconciliação nacional.
A organização recorda que a defesa da liberdade e a libertação de presos políticos, militares e civis detidos injustamente esteve na origem da criação do Pacto Social, que desde o início tem defendido o respeito pelos direitos humanos, liberdades fundamentais e justiça.
“Encorajamos o Alto Comando Militar, o Conselho Nacional de Transição e o Governo de Transição a prosseguirem neste caminho, promovendo a libertação de todos os cidadãos detidos injustamente e assegurando o respeito pelos direitos fundamentais e pelas garantias legais”, lê-se na nota.
O Pacto Social lança ainda um apelo direto para que as autoridades de transição assegurem formalmente condições de segurança e liberdade de regresso a todos os membros da sociedade civil, dirigentes políticos, militares e demais cidadãos que se encontram no estrangeiro.
“A Guiné-Bissau precisa de todos os seus filhos e filhas. A libertação dos presos detidos injustamente e a garantia do regresso seguro dos cidadãos na diáspora constituem passos fundamentais para restabelecer a confiança e promover um diálogo inclusivo”, é ainda realçado.
