O Fundo Monetário Internacional (FMI) agravou nesta terça-feira, 16 de janeiro, a recessão estimada para 2023 na Guiné Equatorial, tendo a mesma passado de 6,2% para 8,8%.
Na sequência deste agravamento, alertou que só irá aprovar a ajuda financeira após o país africano aplicar mais reformas económicas e aumentar a transparência.
“Depois da interrupção em 2022, a economia deverá voltar a entrar numa profunda recessão, com uma queda de 8,8% na atividade económica de 2023”, pode ler-se na análise anual que o FMI faz aos seus membros, ao abrigo do artigo IV.
A organização internacional prevê ainda uma nova queda para este ano de 2024, correspondente a 5,5%.
