O Parlamento Europeu condenou a violação de direitos humanos na Guiné Equatorial, que inclui tortura e detenções arbitrárias. Tratou-se de uma resolução aprovada por aclamação.
Foi também mencionada a detenção arbitrária de dois cidadãos espanhóis, Javier Marañón Montero e David Rodríguez Ballesta, e as “condições inaceitáveis” da prisão de ambos.
Para o poder legislativo da União Europeia (UE), “o sistema judicial equato-guineense carece de responsabilização e independência face ao regime de Teodoro Obiang”, Presidente da República do país africano desde 1979.
Os eurodeputados lembraram que as violações dos direitos humanos e as detenções arbitrárias afetam negativamente as relações da UE com a Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de prejudicarem a reputação internacional do país africano e travarem o investimento e a cooperação.
