Os Estados Unidos acusaram a China de conduzir operações em larga escala para copiar tecnologia de inteligência artificial desenvolvida por empresas norte-americanas, agravando a tensão entre as duas potências.
Segundo a administração liderada por Donald Trump, entidades ligadas a Pequim estarão a usar milhares de contas falsas e técnicas avançadas para extrair informação de modelos de IA. O objetivo seria replicar essas capacidades em sistemas mais pequenos e baratos, num processo conhecido como “destilação”.
As autoridades norte-americanas afirmam que este método permite contornar anos de investimento e investigação feitos por empresas dos EUA, acelerando o desenvolvimento tecnológico chinês.
Pequim rejeitou as acusações, classificando-as como infundadas e reafirmando o compromisso com a proteção da propriedade intelectual. Ainda assim, o episódio reforça a crescente disputa tecnológica entre os dois países, que já se estende dos semicondutores à própria inteligência artificial.
