O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou que, actualmente, não existe nenhuma vila ocupada por grupos terroristas em Moçambique, atribuindo este resultado à actuação das Forças de Defesa e Segurança (FDS), da Força Local e de forças amigas.
O chefe do Estado moçambicano falava esta segunda-feira (7), na capital do país, Maputo, por ocasião dos 52 anos de assinatura do Acordo de Lusaka entre a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e o governo português.
Daniel Chapo reconheceu que apesar dos progressos registados no combate ao terrorismo, o objectivo deve ser mais ambicioso, garantindo que nenhum metro quadrado do território nacional permaneça sob controlo de grupos terroristas ou de interesses estrangeiros contrários aos interesses dos moçambicanos.
Para o Chefe do Estado, a paz, a estabilidade e a segurança constituem condições fundamentais para a concretização da independência económica do país. Neste sentido, destacou também a necessidade de fortalecer as instituições do Estado e intensificar o combate à corrupção.
Chapo apelou, igualmente, à construção de uma administração pública íntegra, transparente e profissional, capaz de actuar com eficiência e de colocar a prestação de melhores serviços aos cidadãos no centro da sua actuação.
Segundo o Presidente, o fortalecimento das instituições e a consolidação da segurança são pilares essenciais para garantir um Estado mais funcional e criar condições para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.
Entretanto, E-global sabe de fontes na sede do distrito de Macomia que na manhã de domingo (6), um grupo de terroristas atacou as aldeias de Litandacua e Novo Cabo Delgado.
No ataque os terroristas em que feriram um membro da força local, roubaram vários produtos alimentares da população e mais tarde abandonaram as duas regiões localizadas no posto administrativo de Chai.
