e-Global

Moçambique: Daniel Chapo quer fim de “podridão” na Frelimo e ilicitudes na governação

O presidente da FRELIMO e da república de Moçambique Daniel Chapo, falando em seu discurso de encerramento este fim-de-semana, da décima primeira conferência nacional Chimoio, província de Manica, almejou uma nova era no seio da formação política ao anunciar que toda podridão vai ser sacudida até a queda.

“Não exitaremos em abanar a árvore até que o fruto podre caia, até porque a Frelimo tem muitos membros bons. Seremos intolerantes a todo tipo de comportamento que fere com os nossos princípios”, anunciou.

Daniel Chapo voltou a avisar que na FRELIMO não há espaço para os corruptos, ladrões, traficantes de droga e não há plateia para o que chamou de “lambebotas”.

Conforme manifestou, o presidente da FRELIMO afirmou que a aquela associação política não deve continuar a ser santuário de criminosos, por isso avisou que não haverá espaço para os membros usarem o poder que lhes é conferido para humilhar o povo.

“A partir de hoje, começa uma nova era. Nessa nova era, queremos que cada um pague pelo crime que cometeu sem relacioná-los com a Frelimo e sem entrarmos na chamada caça às bruxas. Devemos denunciar todos os membros que cometerem crimes para as autoridades competentes actuarem”, alertou Daniel Chapo.

Para muitos membros do FRELIMO a posição de Daniel Chapo é necessária para garantir confiança no povo moçambicano como seu presidente repetiu várias vezes.

Entretanto, fora da sala de reunião da FRELIMO em Chimoio há quem acredita que, o que almeja Daniel Chapo, não passa de um simples discurso e ainda há quem acredita, mas prevê que a margem de cumprimento das pretensões da reunião seja reduzida.

Exit mobile version